Justiça proíbe venda de listas com dados sensíveis por empresa

A Justiça confirmou a liminar que determina que a Serasa Experian pare de comercializar dados pessoais cadastrados por meio de produtos oferecidos no site. O órgão afirma que o contratante dos serviços recebe uma ou mais bases de dados de contatos com informações como CPF, nome, endereço, telefones e sexo, com um banco de dados de mais de 150 milhões de CPFs.  Além de tal exposição generalizada ser capaz de gerar um grande vazamento de dados, a Justiça considera a comercialização destes dados ilícita, pois não há o consentimento expresso dos indivíduos retratados para esta finalidade, fator defendido pela LGPD.